quarta-feira, 14 de março de 2012

Warmness on the soul


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  Os anos que se sucederam foram perfeitos a cada dia que se passavam.
  Emilly e Damien casaram-se e fizeram uma pequena festa para alguns amigos que moravam em Monroeville. No fim da mesma tarde eles mergulharam no lago que tanto os assombraram.

       - Eu amo você, meu anjo. Sempre.
       - Eu lhe amarei até depois de minha morte, porque você voltou por mim, por nós. Eu jamais deixarei você se afastar novamente minha pequena.
       - Que assim seja, pois temos um anjinho a caminho sweetie.

  Damien era pura felicidade. Pegou Emilly em seus braços e a beijou, em seguida acariciando-lhe a barriga.

       - Você me faz a pessoa mais feliz do mundo à cada instante.
       - Não poderia dizer algo mais perfeito que isso de você. Minha vida.



  Duas almas predestinadas à dor e medo superaram a morte e encontraram a paz, aquecendo-lhes suas almas.

Damien Blake esteve ali desde o início, acreditou e esperou. Por tudo o que sofreu foi recompensado. E como prometido, jamais deixou com que Emy o deixasse outra vez, amando-a além da eternidade.

  Emilly Rousseau deu seu coração por completo ao desconhecido, o amou com toda a intensidade que pôde. Contemplou todas as manhãs que acordou ao lado de seu anjo e o via sorrir. Seus sentimentos por ele eram mais que eternos, eram raros e jamais haveria um sentimento tal quanto o que existiu entre eles.

  Amor e eternidade é pouco para descrevê-los, talvez sonho seja a palavra mais bem colocada no momento, pois nada pode ser comparado à eles neste mundo, ou em qualquer outro...

       - E que uma história como essa seja mais que eterna. - Disse satisfeito o anjo que ajudara Emilly à voltar.

  Protegida por anjos e amada por um.







End.

terça-feira, 13 de março de 2012

Together again

Il96o8_large  Damien terminava mais um de seus plantões e se arrumava para ir embora quando uma ligação foi passada para sua sala.

       - Dr. Damien, tem uma moça aguardando-lhe ao telefone, diz ser deveras importante.
       - Tudo bem, eu atendo. - Ele sentou-se em sua poltrona e atendeu o telefone enquanto retirava seu jaleco. -  Alô, quem fala?
       - Como eu senti saudades de sua voz, sweetie.

       - E-Emilly? - Damien empalideceu, seus olhos encharcaram-se de lágrimas. - Você... como? Há telefones no céu?

  Emilly riu

       - Senti falta de sua inocência também, meu amor.  - Ela suspirou. - Eu preciso que você venha me buscar.
      - Ahm? Mas onde? Onde você está?
      - Na Alemanha. Tenho uma surpresa para você!

  Sem pensar duas vezes, Damien avisou na direção da clínica que ausentaria-se por uns três dias e partiu em busca de Emilly ou qualquer coisa que fosse o aproximar dela.
  Nem por um segundo ele imaginou o que lhe guardava.

  Seu voo chegou às 02:00 A.M.
  O aeroporto estava quase vazio, algumas pessoas esperavam seus familiares. Ao longe havia uma garota de costas de belíssimo cabelo dourado, era a pura cópia da luz do sol, ao virar-se, seus da olhos cor do mar encontraram os de Damien.
  Ele soltou suas mochilas e em uma breve corrida a abraçou, fazendo-a não tocar mais o chão. Suas bocas chocaram-se  desesperadamente, oito anos sem tocarem-se foram realmente torturantes.
       - Eu não estou acreditando. - Murmurou Emilly entre os beijos, trazendo-o mais para perto de si. - Que saudades...
       - Vem, temos muito para conversar, minha Emy.

  Ambos foram para o hotel em que Damien se hospedou.
  Emilly sentou-se sobre a cama, olhando para Damien sem piscar enquanto ele retirava seu tênis.
       - Sabe sweetie, quando eu soube que poderia lhe tocar novamente ma pude acreditar.

  Damien se aproximou.

       - Eu já não duvido de mais nada. - Ele deitou-se ao lado de Emilly, apoiando seu rosto ao peito dela. - É tão bom ouvir as batidas do seu coração meu amor. M e diz que não estou sonhando.
       - Não está. - Emilly o puxou pela gola de sua blusa unindo-os em um beijo doce de saudade. - Teremos a vida toda juntos, não é mesmo?
       - Sim, e não há nada que a leve de mim novamente. Nada.
  Ambos sorriram.

       - Dam, depois que eu... fui embora, você teve outro alguém?
       - Sim. - Ele sorriu brincando. - Me apaixonei pelo fantasma da menina mais incrível e surpreendente que já existiu.
       - Seu bobo. - Ela jogou uma almofada sobre ele. - É sério? Você não tentou...
       - Emilly, você é a única em minha vida, e isso jamais mudará. Você é minha vida!

  Ela jogou-se sobre ele o beijando várias vezes com pequenos selinhos, descendo por seu pescoço, abriu a camisa de botões que Damien usava, beijando seu peitoral e abdômen, voltando à sua boca. Suas línguas entrelaçavam-se em movimentos circulares, Emy mordiscava o lábio inferior de Damien, apimentando os beijos.
  As mãos deles estavam em sintonia tal como seus corpos, enquanto ele acariciava as laterais da cintura de Emilly por dentro do vestido que ela usava. Ela acariciava de volta sua nuca, arranhando-o levemente.
  Emilly cessou os beijos ao retirar a camisa que Damien usava por completo, ele fazendo o mesmo com o vestido dela. O contato entre suas peles fora imediato, pura alquimia. O que houve ali aquela noite fora a prova mais genuína que o amor supera absolutamente tudo, inclusive a morte.












sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Forgiven



  Seu corpo tremia por inteiro, seus olhos já não suportavam mais lágrimas, uma forte dor o abateu, seu coração apertou-se. Sentiu em cada milímetro de seu corpo, por todos os poros, em cada respiração a falta de sua amada espectro, mas seguir em frente seria o certo a se fazer.
  Damien já havia superado a segunda partida de Emilly, estava tentando manter-se bem na medida do possível, mas não foi o que aconteceu.
  Ele não sabia exatamente o que Emilly fez no último dia em que a viu, havia ficado com medo do que aconteceria, chegou até a sentir raiva por ter enganado-se, mas acabou percebendo que o que ela fez o livrou de sua maldição, levando consigo seus pesadelos.

  Do outro lado, onde Emilly estava, seu espírito ainda não estava em paz. Não havia nada que a fizesse sofrer menos. Mesmo depois de morta, a saudade jamais a abandonou.

       - Ei senhorita. - Um sussurro veio à Emilly de um anjo-sacerdote. - Se já não estivesse aqui, diria que a saudade lhe mataria
       - Perdoe-me, mas eu gostaria de ficar sozinha, por favor.
       - Ah claro. - Ele se levantou. - Mas não precisa chorar um oceano, doce senhorita. Talvez suas preces sejam ouvidas. - Ele sussurrou as últimas palavras. - Tenha paciência, o tempo é dono de tudo.
  O sacerdote saiu voando graciosamente, transmitindo paz ao coração quebrado de Emy.
       - Eu espero que sim...

  Quando se tem uma missão à concluir desde o momento de seu nascimento porém é interrompido sem concluí-la, tem o direito de voltar à vida e terminar qualquer que seja a sua missão. Mas Emilly já havia concluído a dela, libertar o anjo dos sonhos perturbados, não teria motivo para voltar a vida, aparentemente.

  Um anjo que acompanhou toda a história de Emilly desde criança, passando pelo sofrimento de Matt, depois de Damien, até a atual situação, uma doce alma apaixonada e despedaçada, não mais chorava nem falavam apenas sofria, decidiu que a ajudaria o quanto pudesse.

       - Olá Emilly, minha pequena criança. - Disse o anjo ao sentar-se no chão junto à Emi. - Posso lhe propor algo?
  Ela apenas concordou, sem uma simples palavra, apenas acenou que sim.
       - Bem, há uma garota no sul da Alemanha, o amor de sua vida foi morto em um assalto e seus pais em um acidente de trem, onde ela também estava. - Emilly deixou uma lágrima escorrer, as palavras do anjo atingiram em cheio seu coração. - Por sorte -ou não- Ela sobreviveu Está há oito anos em coma.
       - Nossa. - Ela suspirou profundamente. - E por que o senhor está me contando isso anjo?
       - Lhe conto porque esta garota é fisicamente igual a você. Seus médicos estão para desligar os aparelhos que a mantêm viva, e isso não pode acontecer.
       - Mas sua alma não está sofrendo em um corpo quase morto? Por que ela não pode partir?
       - A alma dela perdeu-se quando ela resolveu não voltar ao seu corpo, a sua vida solitária.
       - E de que adianta um corpo sem espírito?
       - De nada! Por isso lhe conto isso, pequeno anjo, a garota é idêntica à você. Essa é sua última chance de viver com seu eterno anjo, Damien.

  No ato, Emilly o abraçou e pôs-se a chorar, agora de felicidade, agradecendo-o.

       - Muito obrigada senhor. Lhe serei eternamente grata!
       - Não preocupe-se, agora vá! Terás a eternidade toda para me agradecer. Viva!

  Emilly tomou novamente a vida, abriu seus olhos e respirou profundamente, sentindo seu pulmões enchendo-se de ar mais uma vez, pôs-se em frente à um espelho, nada havia mudado, estava viva outra vez.






Do you get what you pray for?


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  Damien terminava de se arrumar quando olhou sem se preocupar para a cômoda à sua frente. Estava feliz pela primeira vez em anos, estava realizado em tudo o que sonhara desde pequeno e embora parecesse um absurdo, tinha quem amava por perto. Sentiu-se completo.

       - Ei... - Emilly apareceu na porta do quarto, seu sorriso não era o doce e suave de sempre, estava carregado de tristeza, tal quanto seu olhar marejado. - Preciso de sua ajuda Damien, por favor...

  Ele a abraçou assim assim que ela entregou-se às lágrimas. Emilly não conseguia esconder o quanto temia pelo o que teria que fazer, talvez não voltasse a ver Damien, mas era necessário.

       - O que você precisa? é só me dizer.
       - Vou livrá-lo de seus pesadelos perturbadores, você está livre. - Esforçou-se para um sorriso.
       - E como? Emilly, eu...
       - Shiiiiu, não temos muito tempo! Pegue um canivete na gaveta da cozinha e encontre-me próximo ao lago que tem ao norte, junto ao canivete tem um mapa. Apresse-se!
  Emilly desapareceu novamente.


  O coração de Damien apertou, este realmente seria a última vez que veria Emilly?
  Foi até a cozinha, pegou o canivete e o mapa, voltou ao quarto e abriu o guarda-roupa em busca de um casaco um pouco mais quente. Fora a primeira vez que abriu o guarda-roupa desde que havia chegado. Encontrou um caderno,  algumas anotações e três frascos com um líquido escuro e um outro vazio com os dizeres "angel". No caderno tinha um pequeno relato sobre Alice, anjos maldição e sangue, coisas bem confusas para Damien. Junto à tudo isso havia uns jornais cortados, todos com uma manchete parecida. "garoto encontrado morto no lago, suspeita é namorada da vítima"

  Damien assustou-se, chegou a conclusão de que Emilly não era misteriosa atoa, também não era quem ele pensou ser. Pegou seu carro e seguiu até o lago. Ao chegar lá, Emilly estava sentada com os pés na água.

       - Você não deveria estar com medo de mim sweetie...
       - Então me explique! Me trouxe aqui para me matar, assim como os outros que você já namorou?
       - Por favor, meu amor. - Emilly tentou beijá-lo, mas Damien desviou. - Não tenha medo.
       - Você matou o Matt não foi? E depois se livrou do que vieram em seguida. Fala pra mim! - Damien exaltou-se. Por dentro seu coração estremeceu, sentiu medo.
       - Você não entendeu! Por favor meu amor, não aja assim, poderei livrá-lo do que lhe atormenta!
       - Ah claro! - Disse ironicamente. - Então então tome este maldito canivete. Mate-me de uma vez!
       - Pelo amor de Deus, Damien! Pare! - Emilly bateu na mão dele derrubando o canivete no chão e o beijou. No início Damien relutou mas acabou rendendo-se

  Com os olhos fechados, eles só conseguia enxergar Emilly e sua boca, tudo perfeitamente materializado. Sentiu algo escorrer de seus olhos e os abriu, cessando o beijo.
       - O que está acontecendo?
       - Venha! - Emilly o puxou até a beira do pier. - Deixe escorrer o sangue na água.
  Damien o fez.
  Em segundos uma luz saiu de dentro do lago e foi em direção ao céu.

       - O que foi isso? - O sangue parou de escorrer e ele levantou o rosto. - Emy?


  Emilly desapareceu. Seu espírito não seria visto novamente por Damien.
  Ela finalmente teve o que tanto rezou, Matt estava livre, assim como todos envolvidos na maldição, porém perdeu a comunicação com seu amado anjo.


















terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Pure



 O fim de semana estava próximo quando tudo aconteceu. Com o fim da primavera o verão se aproximava e Matt já havia preparado tudo para a pescaria no sábado.
  Emilly estava em sua casa se arrumando para mais um dia no colégio. Olhou pela janela de seu quarto e viu um casal se beijando, a pureza de duas pessoas se amando a encantava. Olhou um pouco mais interessada e viu que era Matt beijando outra garota. Fechou as cortinas de desceu até a rua, não havia mais ninguém lá.
  No mesmo instante Matt apareceu em sua frente roubando-lhe um breve beijo. Ele estava diferente, um ar arrogante o rondava.

       - Ow Emilly, o que achas de ficarmos por aqui... - Matt insinuou-se. - Afinal seu pais não estão...
       - O quê? - Emilly estranhou a atitude de Matt, afinal, a segundos atrás estava aos beijos com outra pessoa. - O que há com você?!
       - O que há? Eu quero ficar com você, não posso? - Ele a puxou pela cintura.
       - Não. - Emilly se afastou. - Não pode! A alguns instantes você estava ao beijos com outra garota logo ali em frente! - Emilly aumentou seu tom de voz.
       - Do que você está falando menina?

  Emilly o empurrou, fazendo-o sair.

       - Vá embora e jamais me procure novamente!
       - Não grite comigo! - Assim que Emilly fechou a porta, Matt começou a bater incessantemente. - Emilly! Emilly abra essa porta! Você está maluca?!

  Emilly não abriu.
  Matt fora embora. Pra sempre.

  Matt havia desaparecido.
  Dois dias depois um corpo de um garoto apareceu no lago, era o dele.
  Por conta da discussão nos dias anteriores, Emilly ficou como principal suspeita e por um longo tempo ficou internada em um sanatório, onde começou a ter pesadelos constantes envolvendo um anjo, lindas asas negras de um anjo sobre um lugar escuro repleto de sangue.
  O ambiente em que estava vivendo era compartilhado com mais duas garotas. Uma delas negava-se a tomar os medicamentos e repetia infinitamente que "seu dom" não era uma insanidade.

  Em uma noite, Emilly acordou e a garota estava ao lado de sua cama, suava frio e tinha pressa em falar com Emilly, seus olhos estavam avermelhados e seus lábios rachados de tão ressecados.

       - O que houve? Você está bem?
       - Não tenho tempo, não, não tenho! O garoto, o dos sonhos perturbados, os olhos! - A menina ficava a cada instante mais e mais perturbada. No canto superior de seus lábios começara a escorrer sangue e seu corpo tremia absurdamente. - O sangue do último amaldiçoado quebrará o círculo, sim, faça isso!
       - Mas do que é que você está falando?
       - Você pôde ver o mundo dos mortos, isso deve ser quebrado! Quebre a maldição, ela libertará você...

  No mesmo instante a garota desmaiou, deixando Emilly ainda mais apavorada. Começou a gritar pedindo ajuda e em seguida alguns enfermeiros levaram a menina para outro quarto e doparam Emilly, fazendo-a voltar a dormir.


  No dia seguinte, no pátio fúnebre do sanatório Emilly avistou a garota que havia lhe assustado na noite anterior sentada em um banco com seus olhos fechados, chorava silenciosamente.

       - Olá?
       - Olá... - A garota enxugou suas lágrimas. - Perdoe-me por ontem, não sei direito o que houve.
       - Vim aqui pois fiquei intrigada com o que você me disse. Que maldição é essa? Não quero ser rude, portanto não esforce-se, okay?
       Sim. - A garota se ajeitou dando lugar para Emilly sentar-se junto a si. - Bem, primeiro permita-me me apresentar, sou Alice e oque tenho a lhe dizer é algo extremamente perigoso, portanto cuidado. - Emilly franzia a testa. - Você fora designada à um propósito assim que nasceu, fora abençoada com o dom de extinguir uma pequena passagem do mal em nosso mundo, porém a pureza de sua alma e espírito deveria ser intocada assim como seu corpo, a  quebra disso a amaldiçoou. - Emilly a olhou incrédula, como isso seria possível? - A cada 3 luas minguantes você poderia ter acesso a quem manipula os pesadelos dos olhos sangrentos, impedir a expansão disso. - Ela segurou as mãos de Emilly. - Você viu o mundo dos mortos, isso a persegue agora.
       - Mundo dos mortos? Por um acaso você está brincando comigo garota? - Emilly livrou suas mãos das de Alice. - Quer mesmo que eu acredite na sua estória maluca de maldições? Daqui a pouco você inventa que duendes e vampiros malignos virão atrás de mim! Poupe-me!

  Alice segurou com força o braço de Emilly assim que ela se levantou e a trouxe para perto de si, fazendo-a voltar a sentar-se.

       - Você não irá  a lugar algum até eu terminar Emilly!
       - Você... - Emilly espantou-se, afinal, não havia dito seu nome em momento algum. - Mas como...?
       - O anjo de seus pesadelos sonha o mesmo que você, porém mais constantes e no lugar dele, você é o anjo. Por favor, ouça-me, apenas o sangue dele irá quebrar sua maldição e a dele. Só assim você entenderá tudo!
       - E o que eu devo fazer?
       - Primeiro você deve sair daqui, assim poderá encontrar seu anjo.
       - E como saberei que é ele. - Emilly deixou-se acreditar no que a menina dizia.
       - Você se apaixonará por ele, alguns virão e lhe deixará confusa, mas sua própria maldição dará jeito nisso! Apenas o garoto dos olhos de sangue irá libertá-los e salvar a alma de seu amigo presa no lago.
       - Matt? Mas o que ele tem a ver?
       - Ele está preso! Quando chegar o momento exato, você deve derramar o sangue do anjo em formato de círculo sobre o lago. Você não terá seu corpo, mas saberá o que fazer.

  Não terei meu corpo? Pensou Emilly. Não fazia ideia do que fazer, estava acreditando em uma garota do sanatório.

  Emilly passou mais duas semana internada no sanatório até que fora constatado que ela não havia nível algum de insanidade. Conforme o tempo foi passando, se apaixonou duas vezes, ambos foram levados por sua maldição. Um viajou para o outro lado do planeta, e o outro morreu em um acidente no mesmo lago em que Matt aparecera morto.

  15 Anos e farta de acusações, mudou-se com seus pais para Botter, onde finalmente encontrou seu anjo dos olhos de sangue.